quarta-feira, 24 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Biblioteca Brasiliana Digital - SP/TV
Veja a reportagem do SP/TV da Redo Globo:
http://sptv.globo.com/Jornalismo/SPTV/0,,MUL1161123-16574,00.html
http://sptv.globo.com/Jornalismo/SPTV/0,,MUL1161123-16574,00.html
São Paulo ganha Biblioteca Brasiliana. Robô devorador de livros para biblioteca digital.
São Paulo ganha Biblioteca Brasiliana
São Paulo vai ganhar uma nova biblioteca, enorme e diferente de todas as outras. São 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos no Brasil.
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São Paulo vai ganhar uma nova biblioteca, enorme e diferente de todas as outras. São 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos aqui no Brasil.
A Biblioteca Brasiliana está sendo construída na Cidade Universitária, perto do prédio da reitoria. Os livros foram doados à USP pelo empresário José Mindlin, que hoje tem 94 anos de idade. Ele passou a vida colecionando livros raros. A biblioteca deve ser inaugurada em dois mil e dez, e poderá ser acessada pela internet. É em um vazio moldado a ferro, onde ainda o concreto escorre, que caberá o conhecimento. A biblioteca por enquanto é toda imaginação. “São três andares de livros. Todas as paredes com toda coleção exposta. A ideia é que a gente tivesse sempre o visitante em contato com o acervo”, explica o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. Este será o corpo da Brasiliana. A alma da Brasiliana ainda está bem longe; na casa de José Mindlin, no espaço especialmente construído, ao lado do jardim, para abrigar a biblioteca dele com quase 100 mil volumes. É uma sala de preciosidades e raridades. Os livros são do século 19, de literatura brasileira. Lá, estão quase todas as primeiras edições dos livros de Machado de Assis. Há as primeiras edições dos dois romances mais lidos no século 19: “O guarani”, de José de Alencar e “A moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo. Ao pé da escada fica Santo Inácio, um verdadeiro santo do pau-oco. No espaço de trás escondiam o ouro para escapar ao fisco dos portugueses. É neste espaço da memória e do passado que vive um novo agregado: um robô do século 21, um devorador de livros, que lê 2,4 mil páginas por hora. “O usuário vai ver o livro tal como ele é: a imagem do livro original, mas por trás dessa imagem há uma versão digitalizada, como se fosse transcrito. O usuário pode fazer busca por palavra, frase, iluminar trecho, copiar e colar. A pessoa vai poder imprimir em casa, encadernar e colocar na sua estante”, antecipa o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. O robô reconhece 120 línguas. Até o final do ano o plano é que ele tenha digitalizado quatro mil livros e 30 mil imagens. Os primeiros livros que já estão sendo digitalizados são os dos viajantes que percorreram o Brasil nos séculos 16, 17, 18 e 19. Toda a coleção das gravuras de Debret. Depois disso será a vez de todos os livros de história do Brasil e literatura brasileira. “Era um sonho, no meio de muitos outros, era sim”, diz o bibliófilo José Mindlin.
São Paulo vai ganhar uma nova biblioteca, enorme e diferente de todas as outras. São 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos no Brasil.
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São Paulo vai ganhar uma nova biblioteca, enorme e diferente de todas as outras. São 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos aqui no Brasil.
A Biblioteca Brasiliana está sendo construída na Cidade Universitária, perto do prédio da reitoria. Os livros foram doados à USP pelo empresário José Mindlin, que hoje tem 94 anos de idade. Ele passou a vida colecionando livros raros. A biblioteca deve ser inaugurada em dois mil e dez, e poderá ser acessada pela internet. É em um vazio moldado a ferro, onde ainda o concreto escorre, que caberá o conhecimento. A biblioteca por enquanto é toda imaginação. “São três andares de livros. Todas as paredes com toda coleção exposta. A ideia é que a gente tivesse sempre o visitante em contato com o acervo”, explica o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. Este será o corpo da Brasiliana. A alma da Brasiliana ainda está bem longe; na casa de José Mindlin, no espaço especialmente construído, ao lado do jardim, para abrigar a biblioteca dele com quase 100 mil volumes. É uma sala de preciosidades e raridades. Os livros são do século 19, de literatura brasileira. Lá, estão quase todas as primeiras edições dos livros de Machado de Assis. Há as primeiras edições dos dois romances mais lidos no século 19: “O guarani”, de José de Alencar e “A moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo. Ao pé da escada fica Santo Inácio, um verdadeiro santo do pau-oco. No espaço de trás escondiam o ouro para escapar ao fisco dos portugueses. É neste espaço da memória e do passado que vive um novo agregado: um robô do século 21, um devorador de livros, que lê 2,4 mil páginas por hora. “O usuário vai ver o livro tal como ele é: a imagem do livro original, mas por trás dessa imagem há uma versão digitalizada, como se fosse transcrito. O usuário pode fazer busca por palavra, frase, iluminar trecho, copiar e colar. A pessoa vai poder imprimir em casa, encadernar e colocar na sua estante”, antecipa o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. O robô reconhece 120 línguas. Até o final do ano o plano é que ele tenha digitalizado quatro mil livros e 30 mil imagens. Os primeiros livros que já estão sendo digitalizados são os dos viajantes que percorreram o Brasil nos séculos 16, 17, 18 e 19. Toda a coleção das gravuras de Debret. Depois disso será a vez de todos os livros de história do Brasil e literatura brasileira. “Era um sonho, no meio de muitos outros, era sim”, diz o bibliófilo José Mindlin.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
CEO do Google pede aos estudantes para desligarem os computadores.
PHILADELPHIA – O chefe da ferramenta de busca mais popular do mundo encorajou estudantes universitários a se afastar do mundo virtual e criar relações humanas. Falando na formatura de uma turma da Universidade da Pennsylvania, o presidente e CEO do Google Eric Schmidt disse para mais de seis mil graduandos que eles precisam encontrar as respostas que realmente importam, vivendo uma vida analógica por um tempo.- Desliguem os seus computadores. Vocês precisam mesmo desligar seus telefones e descobrir tudo que há de humano a sua volta – disse Schmidt – Nada é melhor do que segurar a mão de um neto que dá os primeiros passos." Desliguem os seus computadores. Vocês precisam desligar seus telefones e descobrir tudo que há de humano a sua volta ".Schmidt, doutor pela Universidade da California, em Berkeley, recebeu também um doutorado honorário em ciências na cerimônia. A presidente da universidade, Amy Gutmann, citou as "diversas contribuições de Schmidt para colocar o mundo nas mãos da humanidade".- Você devotou sua carreira a criar uma nova era de aprendizado potencializado pela tecnologia – disse Gutmann.Em seu discurso, Schmidt lembrou que a escola da Pennsylvania teve uma papel chave na indústria da tecnologia ao criar o ENIAC, um dos primeiros computadores eletrônicos, em 1946.- Literalmente tudo que você vê – todos os computadores, celulares, aparelhos – vem dos princípios inventados aqui – afirmou.Nos próximos 10 anos, prevê, a tecnologia vai avançar ao ponto de tornar possível ter 85 anos de vídeos armazenados em um iPod. Schimidt também orientou os alunos a não traçarem um caminho rígido demais para si mesmos, pois recompensas surgem para aqueles que cometem erros e aprendem com eles.- Você não pode planejar a inovação, mas pode estar pronto para ela. E quando vê a oportunidade surgir, saltar para ela e fazer a diferença.A classe de 2009 está se formando num clima econômico complicado, mas esse tempo de crise pode ser também de inovação, disse Schmidt. Ele lembrou que sucrilhos e latas de cerveja são produtos da Grande Depressão.O CEO comparou ainda, em tom jocoso, a "geração do Google e do Facebook" à sua própria: celulares x cabines telefônicas, Wii x Pong, blogs x jornais, Red Bull x Tang.Ainda mais notável, segundo Schmidt, é o fato de que as pessoas de sua geração passavam a vida tentando esconder seus momentos embaraçosos. Já a geração atual grava e publica esses momentos no YouTube, disse, arracandos gargalhadas da plateia.- E eu espero assistir a isso pelos próximos 30 ou 40 anos. Fonte: O GLOBO- Caderno Tecnologia ( reprodução na íntegra)/ Acesso dia 19/Maio 2009.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
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